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Opinião por Nuno Carregueiro
Informação sobre o colunista
Nuno Carregueiro
Editor Executivo Online

Entrou no Negócios em 1999, poucos meses depois de ter concluído a licenciatura em Gestão no ISEG. Desde os tempos em que o site tinha a designação de Canal de Negócios, esteve sempre ligado ao online. Actualmente é editor executivo online.

Artigos de opinião deste autor

Empurrados para o risco

01.10.2020

Os hábitos adquiridos no período de confinamento e a facilidade com que hoje é possível negociar ao minuto nos mercados de ações (evidente na popularidade da aplicação Robinhood) terão contribuído para o aumento do “day trading”, sobretudo entre os mais jovens. Mas é sobretudo a política monetária que explica a atratividade dos mercados de ações para o investidor comum.

Mais Europa menos impostos

22.07.2020

Os mesmos investidores que agora aceitam pagar para emprestar dinheiro a Portugal são os mesmos que há apenas três meses exigiam um juro próximo de 1% para comprar obrigações com maturidade de seis anos. Em abril estávamos no pico do stress da pandemia e a resposta da Europa à crise era dúbia e confusa.

Uma EDP diferente

16.07.2020

A aposta nas renováveis e na distribuição, bem como a redução da presença em Portugal, é um dos pilares do plano estratégico da EDP e a aquisição da Viesgo dá-lhe tudo isto. No final de 2019 a empresa encaixou 2,2 mil milhões de euros com a venda de barragens em Portugal e poucos meses depois aplica quase o mesmo montante para duplicar a sua presença no mercado espanhol.

O acelerador covid

09.07.2020

Se em março a correção nas bolsas foi quase generalizada, a recuperação posterior já foi bem diferenciada, com as empresas do setor tecnológico na linha da frente dos ganhos. Há já alguns anos que as tecnológicas são as estrelas das bolsas, sobretudo em Wall Street, mas nunca como agora a liderança foi tão grande.

O exemplo da Alemanha

24.06.2020

A Alemanha tem de longe o plano de estímulos mais robusto da Europa. Não porque quer, mas porque pode.

Quando tudo sobe

05.12.2019

As injeções de liquidez massivas e as taxas de juro em mínimos históricos empurraram os investidores para ativos de maior risco, colocando todas as classes de ativos em alta e em grande parte das geografias.

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